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# Decisões arquitetônicas em microfrontends
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As equipes que aplicam um padrão de arquitetura de microfront-end para seus aplicativos devem tomar várias decisões sobre arquitetura desde o início:
+ [Identificação de microfront-ends e definição de limites](micro-frontend-boundaries.md)
+ [Composição de páginas e visualizações com microfront-ends](composition-approaches.md)
+ [Roteamento, gerenciamento de estado e comunicação entre microfront-ends](routing-communication.md)
+ [Gerenciando dependências para questões transversais](manage-dependencies.md)

As seções a seguir abordam esses tópicos com mais profundidade.

Ao tomar decisões de arquitetura, é essencial ter as métricas corretas e entender os padrões de uso, as características do aplicativo e as vantagens e desvantagens. Por exemplo, um site de comércio eletrônico tem características e padrões de uso diferentes em comparação com uma ferramenta de edição de vídeo ou painéis de observabilidade.

Aplicativos voltados ao público com alto tráfego e curta profundidade de sessão podem ser otimizados para métricas de carregamento inicial da página, como Time to Interactive (TTI) e First Contentful Paint (FCP). Por outro lado, um aplicativo no qual os usuários fazem login no início do dia e com o qual continuam interagindo durante todo o dia pode ser otimizado para a experiência no aplicativo. A equipe de aplicativos pode otimizar a métrica First Input Delay (FID) após cada navegação, em vez do carregamento inicial da página.

Os sites públicos devem atender a vários ambientes de navegador. Aplicativos corporativos com restrições conhecidas no ambiente do cliente podem otimizar sua composição de microfront-end de acordo com suas restrições.

Não há uma única escolha certa para as decisões de arquitetura. Entenda as vantagens e desvantagens, o contexto em que a empresa opera, os padrões de uso e as métricas para orientar as decisões adequadas para cada aplicativo individual.